Internacionalização
- kuthulu
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O sucesso é tão relativo...todavia, no geral as bandas portuguesas começam logo com vedetismo e pouca humildade, o q acaba por condená-las à partida. Por outro lado, há bandas q andam por aí anos e anos e não se vê fazerem nada pela vida. Finalmente o factor sorte, além do talento e do trabalho é igualmente importante!
kuthulu Escreveu:O sucesso é tão relativo...
Ditto.
Para alguns, sucesse é tocar no Wacken por exemplo ou fazer tours lá por fora. Ou ainda esgotar edições ter reviews em revistas internacionais de renome.
Se para isso foi preciso pagar forte e feio em vez de lá chegar por qualidade e valor próprio, penso que não deixa duvidas sobre a relatividade do assunto.
Há bandas nacionais que vendem lá fora, gravam lá fora, tocam lá fora, etc. Quantas delas puseram pão na mesa às custas disso?
dreams arе oceans hauling me to see.
- kuthulu
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diabox Escreveu:INHUMAN.....voltem que estao perdoados.....lol
acho que agora sim estamos a fugir um poukinho ao topico! lol
mas mesmo asim é bom ver um gajo de uma banda a mandar vir com as cenas, ao nosso lado, o fã.....
Realmente, acima de tudo sou fã de música! Pela curta experiência q tive sei o q faltou para dar o salto para o estrangeiro. Os nossos discos chegaram a algumas pessoas um pouco por todo o mundo, o último foi licenciado no estrangeiro por uma editora estrangeira, no entanto, aconteceram alguns factos que acabaram por deitar tudo por terra.
Resta às bandas no activo se esforçarem, serem apoiadas e não cairem em erros q outros já cometeram no passado.
força nisso pá e um regresso nao? lol
ok...mas aquilo que eu disse acho que tem a sua importancia. o facto de eu poder dizer aos musicos o quanto gostei dos albuns.....fuck....theriomorphic rula.....e saber que o pessoal da band vai ler e ficar assim:
tambem me deixa orgulhoso de morar num pais que possui uma cena na qual ha este, intercambio de mensagens entre nos e eles
ok...mas aquilo que eu disse acho que tem a sua importancia. o facto de eu poder dizer aos musicos o quanto gostei dos albuns.....fuck....theriomorphic rula.....e saber que o pessoal da band vai ler e ficar assim:
- freezing_moon
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Isto é tudo muito interessante e o problema muitas vezes nada tem a ver com a qualidade das bandas. Aliás, conseguir uma oportunidade lá fora nem é o mais difícil, nem o maior passo que se tem de dar.
Atirando para trás todos os factores associados à internacionalização, destaco apenas um:
Portugal não é um País rico, o nível de vida económico é muito mau e temos de sobreviver com muito pouco. Ora, quando se grava um álbum para uma editora grande, não se ganha dinheiro com esse disco. Nem com o segundo, nem com o terceiro e difícilmente com o quarto. Porque o trabalho seguinte servirá sempre para pagar o investimento do anterior. No meio disto tudo, têm-se que fazer concertos (algumas tours pagam-se, seja pela editora ou pela banda). As bandas passam fome, trabalhos, sacrifícios, tudo em nome daquilo que realmente gostam de fazer. Ok, é normal tudo até aqui... nada é fácil...
Mas uma banda é composta por vários elementos e todos esses elementos têm de ter a mesma disponibilidade. Sair do País e fazer-se à estrada. Passados uns 10 anos, até conseguem estabelecer um estatuto dentro da editora, no mercado e nos media que os permite respirar à vontade e tirar lucro daquilo que fazem.
E na altura de darem aquele primeiro passo? Quem paga as contas e as dívidas do que fica para trás? Como se organizam as vidas profissionais de um mês para o outro? O que acontece se tudo correr mal, tivermos de voltar e ficarmos sem nada?
O problema é que, com ou sem Nuclear Blast & Cª, tem de haver possibilidades financeiras e uma compatibilidade de todos os músicos em poderem atirar-se de cabeça sem olhar para trás.
É que em Portugal, as coisas são tão difíceis de alcançar e tem-se de trabalhar tanto, que arriscamo-nos a ficar absolutamente sem nada se o que se espera lá fora não resultar como pensavamos.
E na minha opinião, este é o factor determinante. Tudo graças à merda de País em que vivemos, onde tudo é díficil, tudo é lento, tudo gira à volta do futebol e todo o mecanismo que deveria funcionar a favor da evolução do mesmo está completamente podre!
Atirando para trás todos os factores associados à internacionalização, destaco apenas um:
Portugal não é um País rico, o nível de vida económico é muito mau e temos de sobreviver com muito pouco. Ora, quando se grava um álbum para uma editora grande, não se ganha dinheiro com esse disco. Nem com o segundo, nem com o terceiro e difícilmente com o quarto. Porque o trabalho seguinte servirá sempre para pagar o investimento do anterior. No meio disto tudo, têm-se que fazer concertos (algumas tours pagam-se, seja pela editora ou pela banda). As bandas passam fome, trabalhos, sacrifícios, tudo em nome daquilo que realmente gostam de fazer. Ok, é normal tudo até aqui... nada é fácil...
Mas uma banda é composta por vários elementos e todos esses elementos têm de ter a mesma disponibilidade. Sair do País e fazer-se à estrada. Passados uns 10 anos, até conseguem estabelecer um estatuto dentro da editora, no mercado e nos media que os permite respirar à vontade e tirar lucro daquilo que fazem.
E na altura de darem aquele primeiro passo? Quem paga as contas e as dívidas do que fica para trás? Como se organizam as vidas profissionais de um mês para o outro? O que acontece se tudo correr mal, tivermos de voltar e ficarmos sem nada?
O problema é que, com ou sem Nuclear Blast & Cª, tem de haver possibilidades financeiras e uma compatibilidade de todos os músicos em poderem atirar-se de cabeça sem olhar para trás.
É que em Portugal, as coisas são tão difíceis de alcançar e tem-se de trabalhar tanto, que arriscamo-nos a ficar absolutamente sem nada se o que se espera lá fora não resultar como pensavamos.
E na minha opinião, este é o factor determinante. Tudo graças à merda de País em que vivemos, onde tudo é díficil, tudo é lento, tudo gira à volta do futebol e todo o mecanismo que deveria funcionar a favor da evolução do mesmo está completamente podre!
- kuthulu
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Pitch Black Escreveu:Isto é tudo muito interessante e o problema muitas vezes nada tem a ver com a qualidade das bandas. Aliás, conseguir uma oportunidade lá fora nem é o mais difícil, nem o maior passo que se tem de dar.
Atirando para trás todos os factores associados à internacionalização, destaco apenas um:
Portugal não é um País rico, o nível de vida económico é muito mau e temos de sobreviver com muito pouco. Ora, quando se grava um álbum para uma editora grande, não se ganha dinheiro com esse disco. Nem com o segundo, nem com o terceiro e difícilmente com o quarto. Porque o trabalho seguinte servirá sempre para pagar o investimento do anterior. No meio disto tudo, têm-se que fazer concertos (algumas tours pagam-se, seja pela editora ou pela banda). As bandas passam fome, trabalhos, sacrifícios, tudo em nome daquilo que realmente gostam de fazer. Ok, é normal tudo até aqui... nada é fácil...
Mas uma banda é composta por vários elementos e todos esses elementos têm de ter a mesma disponibilidade. Sair do País e fazer-se à estrada. Passados uns 10 anos, até conseguem estabelecer um estatuto dentro da editora, no mercado e nos media que os permite respirar à vontade e tirar lucro daquilo que fazem.
E na altura de darem aquele primeiro passo? Quem paga as contas e as dívidas do que fica para trás? Como se organizam as vidas profissionais de um mês para o outro? O que acontece se tudo correr mal, tivermos de voltar e ficarmos sem nada?
O problema é que, com ou sem Nuclear Blast & Cª, tem de haver possibilidades financeiras e uma compatibilidade de todos os músicos em poderem atirar-se de cabeça sem olhar para trás.
É que em Portugal, as coisas são tão difíceis de alcançar e tem-se de trabalhar tanto, que arriscamo-nos a ficar absolutamente sem nada se o que se espera lá fora não resultar como pensavamos.
E na minha opinião, este é o factor determinante. Tudo graças à merda de País em que vivemos, onde tudo é díficil, tudo é lento, tudo gira à volta do futebol e todo o mecanismo que deveria funcionar a favor da evolução do mesmo está completamente podre!
Apesar de adorar futebol, acho q tens toda a razão. Para um nórdico é mt mais simples deixar o ensino, o trabalho e fazer música. Aqui quem nos sustenta!?
o pior é que o estilo musical nao ajuda a esse sustento lol.
logico que uma maneira de viver, um estilo underground.....que ainda por cima é ate certo ponto, rejeitado pela maioria desta sociedade com uma quota parte de conservadorismo, muito dificil de substir.
do que eusei a unica band portuguesa que subsiste da musica é moonspell - esclarecimentos caso eu esteja errado - mas possa, ai está...os ramp tinham contrato com uma major e.....nunca compreendi o porqu~e da sua "nao-internacionalização". todas as grandes bandas para as quais eles fizeram primeiras partes.....o palco principal do SBSR.....uau!
mas mesmo assim.....a minha opiniao é dada como ouvinte, nao como membro de band, dai poder ter eros nas minhas afirmações.....
ai está outr grnde band.....pitchblack! para quando a internacionalização? good luck.....
logico que uma maneira de viver, um estilo underground.....que ainda por cima é ate certo ponto, rejeitado pela maioria desta sociedade com uma quota parte de conservadorismo, muito dificil de substir.
do que eusei a unica band portuguesa que subsiste da musica é moonspell - esclarecimentos caso eu esteja errado - mas possa, ai está...os ramp tinham contrato com uma major e.....nunca compreendi o porqu~e da sua "nao-internacionalização". todas as grandes bandas para as quais eles fizeram primeiras partes.....o palco principal do SBSR.....uau!
mas mesmo assim.....a minha opiniao é dada como ouvinte, nao como membro de band, dai poder ter eros nas minhas afirmações.....
ai está outr grnde band.....pitchblack! para quando a internacionalização? good luck.....
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