Brunhu Escreveu::lol:![]()
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Muito bom!!!
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Brunhu Escreveu::lol:![]()
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Muito bom!!!
Psychoneurosis Escreveu:[img]https://i.postimg.cc/jqBxcFTN/Historic.jpg[/img
Psychoneurosis Escreveu:
Vórtice da Existência Nula
Gênero: Black Metal Extremo / Raw Black Metal
Andamento (BPM): BPM (com seções em BPM para contraste opressivo)
Afinação: Standard E (E A D G B E), mas com distorção extrema (High-Gain) e equalização
focada nos agudos e médios-agudos, cortando os graves (Scooped Bass).
. Atmosfera e Indicações de Produção
Para atingir a sonoridade "super extrema" e crua característica do Black Metal (estilo True
Norwegian Black Metal ou War Metal), a produção deve ser intencionalmente não polida.
• Guitarras: Timbre "zumbido de abelha" (buzzsaw). Utilizar o captador da ponte. O som
deve ser gélido, cortante e com muita reverberação (reverb de mola ou plate longo)
para criar uma parede de som intransponível. A técnica principal é o tremolo picking
ininterrupto.
• Bateria: O bumbo deve ser rápido e com um som seco (clicky), enquanto a caixa (snare)
deve ter um som oco e estalado. O uso de blast beats deve ser constante nas seções
rápidas. Os pratos (crash e china) devem soar caóticos e contínuos, lavando o som.
• Baixo: O baixo deve estar levemente enterrado na mixagem, tocando acordes
dissonantes ou seguindo a raiz da guitarra com distorção fuzz pesada, adicionando
uma textura de ruído de fundo.
• Vocais: Shrieks agudos, rasgados e desesperados. Devem soar como se o vocalista
estivesse sendo torturado em uma caverna distante. Uso pesado de delay e reverb para
dar uma sensação de eco abissal.
. Estrutura Musical e Acordes
A música não segue a estrutura pop tradicional. Ela é composta por movimentos de caos e
desespero.
Intro (0.00 - 0.45) - "O Despertar do Vazio"
• BPM: (Lento e arrastado)
• Instrumentação: Apenas uma guitarra limpa, mas com um chorus sombrio e delay. O
som do vento uivando e estática de fita ao fundo.
• Acordes/Riffs: Arpejos dissonantes.
• Em(add) -> Eb diminuto -> Cmaj(#)
• Notação: Dedilhado lento, deixando as notas soarem e se chocarem.
• Transição (:): Um grito gutural distante que se aproxima, seguido por uma virada
de bateria explosiva (tom-toms e caixa).
Verso (0.45 - 1.30) - "A Queda"
• BPM: (Blast beats implacáveis)
• Instrumentação: Parede de som. Guitarras em tremolo picking, baixo em palhetada
alternada rápida.
• Acordes (Power Chords com notas dissonantes):
• E -> F -> Bb (Trítono) -> A.
• Tocado de forma cromática e rápida.
Refrão (1.30 - 2.00) - "O Vórtice"
• BPM: (Metade do tempo, sensação de marcha fúnebre e opressiva)
• Instrumentação: Bateria em double bass contínuo, pratos de ataque marcando o
tempo. Guitarras tocando acordes abertos e sustentados.
• Acordes:
• C -> G# -> E -> F#.
Verso (2.00 - 2.45) - "Carnificina Astral"
• BPM: (Retorno ao caos absoluto)
• Instrumentação: Semelhante ao Verso , mas com a guitarra base fazendo os acordes e
uma segunda guitarra fazendo melodias atonais em tremolo picking nas cordas mais
agudas.
• Acordes:
• E -> Eb -> D -> Db (Descida cromática aterradora).
Ponte / Interlúdio (2.45 - 3.30) - "Sussurros do Abismo"
• BPM: Livre / Sem tempo marcado.
• Instrumentação: Bateria para. Apenas o som do amplificador zumbindo (feedback). O
baixo toca notas soltas e distorcidas. Vocais sussurrados, múltiplos takes sobrepostos,
recitando a letra como um ritual profano.
• Acordes: N/A (Apenas feedback e ruído branco).
Clímax Caótico (3.30 - 4.15) - "A Ruína Final"
• BPM: (Aceleração máxima)
• Instrumentação: Blast beats hiper-rápidos. As guitarras abandonam os acordes e
entram em um solo de ruído atonal, abusando da alavanca (whammy bar) e
harmônicos artificiais.
• Acordes: Caos atonal.
Outro (4.15 - 5.00) - "Silêncio Perpétuo"
• BPM: (Desacelerando até parar)
• Instrumentação: Os instrumentos vão parando um a um. Fica apenas uma nota E (Mi)
grave soando na guitarra, distorcendo até virar puro feedback, que lentamente é
cortado abruptamente, deixando um silêncio absoluto.
. Letra
(Intro)
(Vento uivante, arpejos gélidos. Um grito rasgado ecoa das profundezas: "Nihil!")
(Verso )
Céus de chumbo esmagam a terra pútrida
A luz do sol, uma mentira que sangra
Olhos cegos adoram ídolos de pó
Enquanto as raízes do mundo apodrecem na escuridão!
A carne é uma prisão, o osso é a grade
Nascidos para sofrer na roda da futilidade
Cuspo no altar da vossa esperança
Ajoelhem-se perante o nada absoluto!
(Refrão)
Contemplem o Vórtice!
A espiral de dentes que devora as estrelas
Não há salvação, não há amanhecer
Apenas o frio eterno...
Apenas o abraço da inexistência!
(Verso )
Anjos caem com as asas em chamas
Seus coros silenciados por gargantas cortadas
O sangue divino mancha o solo estéril
Uma oferenda ao vazio faminto!
Rejeite o fôlego, abrace a podridão
Somos vermes rastejando sobre o cadáver de Deus
A coroa de espinhos agora é cinza
E o trono celestial está vazio e quebrado!
(Ponte - Sussurros Sobrepostos)
(Múltiplas vozes demoníacas sussurrando em meio ao feedback da guitarra)
Nós somos o fim da linha.
Nós somos a sombra que a luz esqueceu.
A vida é uma doença.
A morte é a única cura.
Consuma. Destrua. Apague.
(Clímax Caótico)
(Gritos histéricos e ininteligíveis de pura agonia enquanto a música atinge a velocidade
máxima)
RASGUE O VÉU!
QUEIME O COSMOS!
MORRA! MORRA! MORRA!
ENTREGUE-SE AO VAZIO!
(Outro)
(A música perde velocidade, os blast beats tornam-se batidas tribais lentas e moribundas)
Tudo retorna ao pó...
Tudo retorna à noite...
Nihil...
(Feedback estridente que corta abruptamente para o silêncio)
A carne é uma prisão, o osso é a grade

Lapeno Enriquez Escreveu:A carne é uma prisão, o osso é a grade
Vooder Escreveu:
Não sou muito de hypes, mas isto está excelente...
E os comentários ao vídeo

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