Os 231 melhores discos da música portuguesa, segundo a FNAC
Enviado: domingo jul 31, 2005 12:25 pm
Alguns terão sabido, outros não, mas no mês passado a FNAC andou a distribuir gratuitamente um mini-livro chamado "231 discos para um percurso pela música urbana em Portugal", escrito por Henrique Amaro (divulgador e radialista), Jorge Mourinha (jornalista), Pedro Félix (antropólogo) que basicamente consiste numa selecção dos 231 discos que estas três pessoas consideram mais importantes na música "popular" portuguesa, desde 1960 até à data. Escolhi desses 231 aqueles que mais interessariam às pessoas daqui do fórum. Embora muitos outros discos importantes tenham ficado de fora, acho que acertaram naqueles que realmente fizeram história no rock pesado português.
ROXIGÉNIO (GAF - 1982)
Grupo de António Garcês e de Filipe Mendes, marcado por uma sonoridade identificável com o heavy metal cantado em inglês, numa altura em que vingava o rock de influência punk/new wave cantado em português. Talvez por isso teve pouca atenção mediática.
MÃO MORTA (Ama Romanta - 1988/CD Nortesul - 1998)
A audácia apresentada ao vivo por este novo grupo de Braga provocou opiniões e criou na cidade uma agitação musical nunca vivida. Em estreia, com este disco, os Mão Morta deliniariam o carácter que ainda hoje os envolve.
TARANTULA - KINGDOM OF LUSITANIA (Polydor, Universal - 1990)
Formados em 1981, são o decano dos grupos de heavy metal em Portugal. Cantando sempre em inglês, conseguiram ao longo da sua carreira uma significativa visibilidade nos meios internacionais do género musical (nomeadamente alemães, franceses, britânicos e norte-americanos).
MÃO MORTA - MUTANTES S21 (Fungui, Universal - 1992)
É o álbum de "Budapeste", a canção que viria a marcar a carreira do grupo de Braga. Teve duas edições, uma delas com pranchas de BD produzidas propositadamente para ilustrar cada uma das canções sobre nove cidades (uma imaginária), onde ocorrem outros tantos crimes.
RAMP - THOUGHTS (Polydor, Universal - 1992)
Uma aposta de Carlos Maria Trindade (A&R da Polygram) levou os Ramp a fazerem a sua estreia em disco numa multinacional. O heavy metal português garantiu pela sua primeira vez um estatuto para além do underground.
WC NOISE - LOUD & MAD (MTM - 1992)
Naturais do grande Porto, partilhavam com os Ramp o estatuto de banda mais conceituada no metal nacional. Misturando influências de hardcore e thrash metal e com dois discos editados, os WC Noise fizeram uma tournée europeia e dissolveram-se algum tempo depois.
THE BIRTH OF A TRAGEDY (MTM - 1992)
A primeira compilação do metal português foi apresentada através deste álbum, retratando com fidelidade uma realidade que ainda hoje atravessa geograficamente o país. No alinhamento aparecem os Morbid God, banda embriónica dos Moonspell.
BIZARRA LOCOMOTIVA (Symbiose - 1993)
O primeiro álbum dos Bizarra Locomotiva é também o primeiro álbum em Portugal onde um grupo rock apresenta uma estética definida como "industrial", com guitarras eléctricas com efeitos, ritmos repetitivos e maquinais.
GENOCIDE (Música Alternativa - 1995)
Na imensidão dos géneros derivados do metal, os portuenses Genocide revelavam na metade da década de 90 um disco pioneiro no death metal nacional. Dividindo a reputação com os almadenses Thormentor, os Genocide voltariam a editar em 1999 antes de se dissolverem.
MOONSPELL - WOLFHEART (Century Media - 1995)
Ao assinar pela editora alemã Century Media, os Moonspell abriram definitivamente as fronteiras do Mundo à sua música. Este disco define o início de uma projecção internacional sem paralelo num grupo rock português.
ROXIGÉNIO (GAF - 1982)
Grupo de António Garcês e de Filipe Mendes, marcado por uma sonoridade identificável com o heavy metal cantado em inglês, numa altura em que vingava o rock de influência punk/new wave cantado em português. Talvez por isso teve pouca atenção mediática.
MÃO MORTA (Ama Romanta - 1988/CD Nortesul - 1998)
A audácia apresentada ao vivo por este novo grupo de Braga provocou opiniões e criou na cidade uma agitação musical nunca vivida. Em estreia, com este disco, os Mão Morta deliniariam o carácter que ainda hoje os envolve.
TARANTULA - KINGDOM OF LUSITANIA (Polydor, Universal - 1990)
Formados em 1981, são o decano dos grupos de heavy metal em Portugal. Cantando sempre em inglês, conseguiram ao longo da sua carreira uma significativa visibilidade nos meios internacionais do género musical (nomeadamente alemães, franceses, britânicos e norte-americanos).
MÃO MORTA - MUTANTES S21 (Fungui, Universal - 1992)
É o álbum de "Budapeste", a canção que viria a marcar a carreira do grupo de Braga. Teve duas edições, uma delas com pranchas de BD produzidas propositadamente para ilustrar cada uma das canções sobre nove cidades (uma imaginária), onde ocorrem outros tantos crimes.
RAMP - THOUGHTS (Polydor, Universal - 1992)
Uma aposta de Carlos Maria Trindade (A&R da Polygram) levou os Ramp a fazerem a sua estreia em disco numa multinacional. O heavy metal português garantiu pela sua primeira vez um estatuto para além do underground.
WC NOISE - LOUD & MAD (MTM - 1992)
Naturais do grande Porto, partilhavam com os Ramp o estatuto de banda mais conceituada no metal nacional. Misturando influências de hardcore e thrash metal e com dois discos editados, os WC Noise fizeram uma tournée europeia e dissolveram-se algum tempo depois.
THE BIRTH OF A TRAGEDY (MTM - 1992)
A primeira compilação do metal português foi apresentada através deste álbum, retratando com fidelidade uma realidade que ainda hoje atravessa geograficamente o país. No alinhamento aparecem os Morbid God, banda embriónica dos Moonspell.
BIZARRA LOCOMOTIVA (Symbiose - 1993)
O primeiro álbum dos Bizarra Locomotiva é também o primeiro álbum em Portugal onde um grupo rock apresenta uma estética definida como "industrial", com guitarras eléctricas com efeitos, ritmos repetitivos e maquinais.
GENOCIDE (Música Alternativa - 1995)
Na imensidão dos géneros derivados do metal, os portuenses Genocide revelavam na metade da década de 90 um disco pioneiro no death metal nacional. Dividindo a reputação com os almadenses Thormentor, os Genocide voltariam a editar em 1999 antes de se dissolverem.
MOONSPELL - WOLFHEART (Century Media - 1995)
Ao assinar pela editora alemã Century Media, os Moonspell abriram definitivamente as fronteiras do Mundo à sua música. Este disco define o início de uma projecção internacional sem paralelo num grupo rock português.