Os 231 melhores discos da música portuguesa, segundo a FNAC
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LS [RIP]
Os 231 melhores discos da música portuguesa, segundo a FNAC
Alguns terão sabido, outros não, mas no mês passado a FNAC andou a distribuir gratuitamente um mini-livro chamado "231 discos para um percurso pela música urbana em Portugal", escrito por Henrique Amaro (divulgador e radialista), Jorge Mourinha (jornalista), Pedro Félix (antropólogo) que basicamente consiste numa selecção dos 231 discos que estas três pessoas consideram mais importantes na música "popular" portuguesa, desde 1960 até à data. Escolhi desses 231 aqueles que mais interessariam às pessoas daqui do fórum. Embora muitos outros discos importantes tenham ficado de fora, acho que acertaram naqueles que realmente fizeram história no rock pesado português.
ROXIGÉNIO (GAF - 1982)
Grupo de António Garcês e de Filipe Mendes, marcado por uma sonoridade identificável com o heavy metal cantado em inglês, numa altura em que vingava o rock de influência punk/new wave cantado em português. Talvez por isso teve pouca atenção mediática.
MÃO MORTA (Ama Romanta - 1988/CD Nortesul - 1998)
A audácia apresentada ao vivo por este novo grupo de Braga provocou opiniões e criou na cidade uma agitação musical nunca vivida. Em estreia, com este disco, os Mão Morta deliniariam o carácter que ainda hoje os envolve.
TARANTULA - KINGDOM OF LUSITANIA (Polydor, Universal - 1990)
Formados em 1981, são o decano dos grupos de heavy metal em Portugal. Cantando sempre em inglês, conseguiram ao longo da sua carreira uma significativa visibilidade nos meios internacionais do género musical (nomeadamente alemães, franceses, britânicos e norte-americanos).
MÃO MORTA - MUTANTES S21 (Fungui, Universal - 1992)
É o álbum de "Budapeste", a canção que viria a marcar a carreira do grupo de Braga. Teve duas edições, uma delas com pranchas de BD produzidas propositadamente para ilustrar cada uma das canções sobre nove cidades (uma imaginária), onde ocorrem outros tantos crimes.
RAMP - THOUGHTS (Polydor, Universal - 1992)
Uma aposta de Carlos Maria Trindade (A&R da Polygram) levou os Ramp a fazerem a sua estreia em disco numa multinacional. O heavy metal português garantiu pela sua primeira vez um estatuto para além do underground.
WC NOISE - LOUD & MAD (MTM - 1992)
Naturais do grande Porto, partilhavam com os Ramp o estatuto de banda mais conceituada no metal nacional. Misturando influências de hardcore e thrash metal e com dois discos editados, os WC Noise fizeram uma tournée europeia e dissolveram-se algum tempo depois.
THE BIRTH OF A TRAGEDY (MTM - 1992)
A primeira compilação do metal português foi apresentada através deste álbum, retratando com fidelidade uma realidade que ainda hoje atravessa geograficamente o país. No alinhamento aparecem os Morbid God, banda embriónica dos Moonspell.
BIZARRA LOCOMOTIVA (Symbiose - 1993)
O primeiro álbum dos Bizarra Locomotiva é também o primeiro álbum em Portugal onde um grupo rock apresenta uma estética definida como "industrial", com guitarras eléctricas com efeitos, ritmos repetitivos e maquinais.
GENOCIDE (Música Alternativa - 1995)
Na imensidão dos géneros derivados do metal, os portuenses Genocide revelavam na metade da década de 90 um disco pioneiro no death metal nacional. Dividindo a reputação com os almadenses Thormentor, os Genocide voltariam a editar em 1999 antes de se dissolverem.
MOONSPELL - WOLFHEART (Century Media - 1995)
Ao assinar pela editora alemã Century Media, os Moonspell abriram definitivamente as fronteiras do Mundo à sua música. Este disco define o início de uma projecção internacional sem paralelo num grupo rock português.
ROXIGÉNIO (GAF - 1982)
Grupo de António Garcês e de Filipe Mendes, marcado por uma sonoridade identificável com o heavy metal cantado em inglês, numa altura em que vingava o rock de influência punk/new wave cantado em português. Talvez por isso teve pouca atenção mediática.
MÃO MORTA (Ama Romanta - 1988/CD Nortesul - 1998)
A audácia apresentada ao vivo por este novo grupo de Braga provocou opiniões e criou na cidade uma agitação musical nunca vivida. Em estreia, com este disco, os Mão Morta deliniariam o carácter que ainda hoje os envolve.
TARANTULA - KINGDOM OF LUSITANIA (Polydor, Universal - 1990)
Formados em 1981, são o decano dos grupos de heavy metal em Portugal. Cantando sempre em inglês, conseguiram ao longo da sua carreira uma significativa visibilidade nos meios internacionais do género musical (nomeadamente alemães, franceses, britânicos e norte-americanos).
MÃO MORTA - MUTANTES S21 (Fungui, Universal - 1992)
É o álbum de "Budapeste", a canção que viria a marcar a carreira do grupo de Braga. Teve duas edições, uma delas com pranchas de BD produzidas propositadamente para ilustrar cada uma das canções sobre nove cidades (uma imaginária), onde ocorrem outros tantos crimes.
RAMP - THOUGHTS (Polydor, Universal - 1992)
Uma aposta de Carlos Maria Trindade (A&R da Polygram) levou os Ramp a fazerem a sua estreia em disco numa multinacional. O heavy metal português garantiu pela sua primeira vez um estatuto para além do underground.
WC NOISE - LOUD & MAD (MTM - 1992)
Naturais do grande Porto, partilhavam com os Ramp o estatuto de banda mais conceituada no metal nacional. Misturando influências de hardcore e thrash metal e com dois discos editados, os WC Noise fizeram uma tournée europeia e dissolveram-se algum tempo depois.
THE BIRTH OF A TRAGEDY (MTM - 1992)
A primeira compilação do metal português foi apresentada através deste álbum, retratando com fidelidade uma realidade que ainda hoje atravessa geograficamente o país. No alinhamento aparecem os Morbid God, banda embriónica dos Moonspell.
BIZARRA LOCOMOTIVA (Symbiose - 1993)
O primeiro álbum dos Bizarra Locomotiva é também o primeiro álbum em Portugal onde um grupo rock apresenta uma estética definida como "industrial", com guitarras eléctricas com efeitos, ritmos repetitivos e maquinais.
GENOCIDE (Música Alternativa - 1995)
Na imensidão dos géneros derivados do metal, os portuenses Genocide revelavam na metade da década de 90 um disco pioneiro no death metal nacional. Dividindo a reputação com os almadenses Thormentor, os Genocide voltariam a editar em 1999 antes de se dissolverem.
MOONSPELL - WOLFHEART (Century Media - 1995)
Ao assinar pela editora alemã Century Media, os Moonspell abriram definitivamente as fronteiras do Mundo à sua música. Este disco define o início de uma projecção internacional sem paralelo num grupo rock português.
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LS [RIP]
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sorath [RIP]
Dico Escreveu:Não é para puxar a brasa à minha sardinha, mas falta aí o Darkside, de Sacred Sin. Os SS foram a primeiríssima banda tuga a passar com um clip na MTV e só isso acho q já é relevante. O pessoal da Fnac n fez bem o trabalho de casa...
Então e os Ibéria que foram a primeira banda a passar no Friday Rock Show de Tommy Vance em 88?
- DimeSlime
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Muitas bandas ficaram esquecidas da selecção da Fnac. É compreensivel aquilo ter sido uma escolha de entre muitas bandas que decerto tinham em mãos. Provavelmente são as que venderam mais...
Cheers \m/
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We believe, so we're misled
We assume, so we're played
We confide, so we're deceived
We trust, so we're betrayed.
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- Bilic
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DimeSlime Escreveu:Muitas bandas ficaram esquecidas da selecção da Fnac. É compreensivel aquilo ter sido uma escolha de entre muitas bandas que decerto tinham em mãos. Provavelmente são as que venderam mais...
Cheers \m/
Algumas podem ter ficado efectivamente esquecidas mas olha que muitas daquelas venderam pouco ou quase nada. Por exemplo TELECTU, aquilo sempre foi edições limitadissimas... mais ou menos como fazem os trves no undergound
- Anticristo
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Desde quando é que um clip na MTV é orgulho?
T O B E A R O C K A N D N O T T O R O L L !
http://www.myspace.com/nunocarvalho
http://www.myspace.com/coldasblood
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Vogon [RIP 2013/06/29]
Re: Os 231 melhores discos da música portuguesa, segundo a F
Abnos Escreveu:ROXIGÉNIO (GAF - 1982)
Grupo de António Garcês e de Filipe Mendes, marcado por uma sonoridade identificável com o heavy metal cantado em inglês, numa altura em que vingava o rock de influência punk/new wave cantado em português. Talvez por isso teve pouca atenção mediática.
O Zé Aguiar de Tarantula fazia parte desta banda.
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xanax [RIP]
Bilic Escreveu:Dico Escreveu:Não é para puxar a brasa à minha sardinha, mas falta aí o Darkside, de Sacred Sin. Os SS foram a primeiríssima banda tuga a passar com um clip na MTV e só isso acho q já é relevante. O pessoal da Fnac n fez bem o trabalho de casa...
MTV não é exemplo para ninguém!
Quando era exibido o HEADBANGERS BALL com a Vanessa Warwick, suponho que era um bom exemplo ( e dos únicos em tv) a que os metaleiros com parabólica se agarravam. Relembro muito bem a presença dos Sacred Sin como a primeira banda portuguesa a aparecer na MTV! E de salientar também a importância dos IBERIA, cuja K7 ainda está religiosamente guardada...
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