Iron Maiden - "A Matter Of Life And Death"

Bronze [RIP]

Mensagempor Bronze [RIP] » terça ago 29, 2006 8:48 pm

ah-ííí

que num consigo ver o c@r@lh# do dvd :evil:

e pelo 4º álbum consecutivo dos maiden continuo a achar o som abafado... fodasse, não é defeito meu...

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grim_
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Mensagempor grim_ » terça ago 29, 2006 10:21 pm

n gostei mt... prefiro o dance of death ou o brave new world...

(e não, não estou a gozar)

Não é k esteja mau, pq n está, mas n está tao bom como os outros 2 ou os albuns anteriores.

Estou desapontado
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geiras
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Mensagempor geiras » terça ago 29, 2006 11:12 pm

a principio não reparei, mas hj avisaram-me para isto e realmnete é mto interessante.
na musica Lord Of Light, ai a 1min39s um riff, nunca antes feito por Maiden, simplesmnete brutal, fazendo lembrar o Speed Metal, que acham?
desde que ouvi não o consigo tirar da cabeça, fantástico
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Bronze [RIP]

Mensagempor Bronze [RIP] » terça ago 29, 2006 11:17 pm

pah... estou a ouvir isso

é um disco repleto deles... aliás o espaço dado às 3 guitarras pelo Kevin Shirley é fantástico

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Mensagempor Beastlike » quarta ago 30, 2006 10:04 am

Agora que já ouvi várias vezes (e ainda não chega para atingir a dimensão completa desta obra), confirmo que é realmente um álbum fantástico. Se a voz do Bruce parece um pouco esforçada no geral (gravando em directo, nem se pode esperar outra coisa), nas partes mais calmas, e não só, ainda nos conseguimos surpreender com a voz impressionante deste senhor. Parece que está cada vez melhor! Intrumentalmente, acho que só peca por alguma repetição que já nem é novidade no som deles: algumas partes reduzidas a metade tornavam os temas menos longos e mantinham a mesma pujança... ou talvez não! :lol:

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jaymz
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Mensagempor jaymz » domingo set 03, 2006 4:02 am

O novo álbum de Iron Maiden está absolutamente assombroso... Mágico, personalizado e musicalmente genial. Banda imortal, imemorial, única, especial... Não há palavras, estou apaixonado.

1 - Different World

Bruce Dickinson começa aqui a avisar-nos para o que tem preparado, com os seus vocais assombrosos, sobrevoando toda a música, deixando-nos extasiados. Mas calma, porque esta é daquelas músicas com o seu quê de lendários, de Maidenesco, que dentro do seu peso relativo e da sua exploração da voz do homem conhecido como "the air-raid siren" consegue acalmar e quase embalar-nos durante o refrão. Um hino, com o seu quê de balada, com o seu quê de místico e atmosférico. Mas ao mesmo tempo animado e jovial. Uma das melhores músicas do álbum e concerteza a forma perfeita de nos lançar nesta aventura. Lembra-me um pouco um clássico de Maiden no ritmo e no solo de guitarra: "Rainmaker".

9/10

2 - These Colours Don't Run

Esta música soará à primeira audição menos "catchy" do que as outras e, talvez, do que é habitual em Iron Maiden. Isto tem uma explicação a meu ver, relativamente simples. Os ritmos puxados, as guitarradas simples, a repetitividade musical... Tudo isto apela à audição cuidade deste verdadeiro hino anti-guerra (todo o álbum tem esta temática). Uma letra SOBERBA, bem ao nível de qualquer clássico do genial Steve Harris. Leiam a letra, por amor de Deus, vale mesmo a pena. Os solos vêm animar um pouco a música e dar-lhe alguma força também, apesar de ser curto. O segundo é mais lento, mais melancólico e quando entra a voz do Bruce, com um soar melancólico e pesaroso sentimo-nos num pós guerra sanguinolento e abandonado... Lindíssima atmosfera, Iron Maiden traz-nos não a guerra estrondosa, mas o sofrimento e a dor de quem vê de fora e... de quem sobrevive....Uma obra de arte

9/10

3 - Brighter Than A Thousand Suns

Uma das músicas que mais me chamou a atenção aquando da primeira audição. É um clamar de alguém (como membro da humanidade) que sente que desapontou Deus. E a própria humanidade. Esta música é sobre a bomba atómica, sobre o facto de todas as potências agora possuirem armas nucleares, armas mais luminosas que cem sóis. Raçuda, enérgica e forte, como não poderia deixar de ser com esta temática é mais uma música com um conteúdo emocional muito forte que Bruce eleva até uma atmosfera inimaginável. É realmente uma voz que cada vez mais se afirma como referência inquestionável. Destaque para o trabalho rítmico também nesta música, acho que se realça devido à energia desta música. Steve Harris e Nicko mais uma vez a demonstrar que Maiden não é só voz e três guitarras. Acho que o final desta música é das formas mais geniais dentro da sua simplicidade que já presenciei

"Holy Father we have sinned"

8/10

4 - The Pilgrim

O começo da música é nostálgico! "Run To The Hills"? Não sei porquê, lembrou-me imenso o começo dessa música imemorial... Uma das melhores músicas do álbum esta, com força, musicalidade, raça, energia... Esta é daquelas músicas em que se pode afirmar que Iron Maiden roçou de novo a genialidade. A parte instrumental, á qual se segue um solo muito bem conseguido, se não muito rápido (apostaria em Jannick Gers), tem toda a expressividade e sentimento contido na música. Se as anteriores são de revolta esta é de súplica por perdão "Raise me up, take me home!"... Muito sentida, muito forte... Enorme música, mais uma.

9/10

5 - The Longest Day

Dia D. Hallowed Be Thy Name. Paschendale. Fear Of The Dark. Ghost Of The Navigator. Phantom Of The Opera. Alguns clássicos de Iron Maiden, esta música pertence entre essas. Aqui Maiden não roça a genialidade, Iron Maiden abraça-a de uma só vez como se ela a si pertencesse e a mais ninguém. O Dia D, a invasão da Normandia revividos sob o olhar de um dos desgraçados da guerra (cuja visão é quase sempre a adoptada ao longo deste álbum), um soldado ferido. Tudo nesta música, o ritmo, as três guitarras (finalmente aqui se sente o ataque em tridente de Iron Maiden... E DE QUE MANEIRA), a voz... Tudo retrata sofrimento, dor, raiva. Esta é daquelas músicas que simplesmente se destacam das outras por um motivo ou por outro. E depois de ler a letra qualquer apreciador de arte, sob a forma de poesia e música ficará com o nó na garganta. Não tenho mais palavras para descrever a emoção tornada música.

10/10

6 - Out Of The Shadows

A guitarra acústica no principio, com o retoque de eléctrica a acompanhar ajuda o Bruce a embalar-nos no começo da música... Para nos acordar com um aumentar de ritmo... E nos embalar de novo quase a seguir... A conjugação de guitarra eléctrica e acústica nesta música consegue conferir-lhe um ambiente de falsa calma muito agradável. A letra neste caso é um pouco mais introspectiva e menos óbvia, mas ainda assim de muita beleza. Absolutamente brilhante a guitarra do meio para o fim quando assume protagonismo. Uma forma maravilhosamente terapêutica de relaxar a psique depois de The Longest Day... E de nos preparar para o que se segue.

8/10

7 - The Reincarnation Of Benjamin Breeg

Journeyman é a música que me vem à cabeça ao ouvir isto por ser a única balada acústica de Iron Maiden até ao momento... Esta música tem uma aura própria, uma pessoa perde-se nela ao ponto de não prestar atenção a nada mais. Nem à letra sequer, a certo ponto... E vivam os livretes... A minha humilde teoria é que Benjamin Breeg, o narrador não é nada mais nada menos que a humanidade. Leiam a letra sobre este prisma... Talvez concordem comigo. Uma música que realmente nos transporta. Nos põe a ver a vida, a guerra, os nossos problemas e os da humanidade sob outro prisma. Só mesmo Steve Harris conseguiria evocar na minha mente as imagens que esta música evocou. Plena de dor. Plena de sofrimento. Plena de pena e de revolta. Os Iron Maiden escolheram esta música para nos apresentar o seu trabalho e acho que realmente nos demonstra o espectro da guerra visto pelos olhos de alguém que, não podendo impedi-la, se sente responsável e impotente para a travar. A banda sentiu-se assim, estou certo. Eu senti-me assim. Genial

9/10

8 - For The Greater Good Of God

The Reincarnation Of Benjamin Breeg não passa de aquecimento para esta música. Não cito nomes, porque até os mais clássicos dos clássicos quase que empalidecem face a esta música. É de MUITO LONGE o clímax deste álbum magnífico. Tudo o que foi dito acima de positivo sobre outros sons, desde as vocalizações estrondosas de Bruce Dickinson, ao ritmo puxado e sempre activo do Nicko e do Steve Harris, passando pelo ataque tripartido de guitarras dos Iron Maiden, passando pela atmosfera que quase nos faz sentir que estamos no calor de uma refrega, tocando pontos como a força e a energia da música, abrangendo a musicalidade e a liricidade de qualquer outro tema... Esta música é um clássico, é um hino, transporta-nos para toda a revolta suprimida deste mundo que não quer e não precisa de estar em guerra. Leva-nos dentro da psique não de um homem, mas de um mundo, mas não o faz apenas por palavras, mas também por sons. Com técnica, sentimento, muito muito muito talento, os Iron Maiden mostraram novamente que são capazes de tudo em música... Se arte é a capacidade de transmitir emoções e sentimentos através das nossas obras então esta música é uma grandiosissima obra de arte. O final da música é de ir à lágrima, com tanta dor na voz de Bruce Dickinson. Esta música é REAL.

10/10

9 - Lord Of Light

Depois de um épico como a música que passou, a dúvida seria se Maiden deixaria descair um pouco o ritmo e devo admitir que não sabia o que esperar desta Lord Of Light. Não tem o conteúdo emocional, nem o espírito da música anterior, mas tem força, tem corpo também esta música. Talvez a mais pesada do álbum, é uma música abertamente CRISTÃ. Não é a única, muitas outras têm clarissimas referências à religião cristã, mas esta é directa, simples e sem rodeios. "Dêm as vossas vidas ao senhor da luz, Lúcifer não passa de um anjo que perdeu o seu caminho". A mensagem contida pode não agradar a todos, mas é aqui apresentada com muita força e muita vivacidade. Não é um clássico, mas é bem agradável e serve para descansar a alma da música anterior.

7/10

10 - The Legacy

Quem se der ao trabalho de ler isto já deve estar farto de me ouvir dizer bem deste álbum, mas não é possível falar de outra maneira. Haverá palavra que não genial para descrever o começo acústico desta música? Talvez em jeito de contador de histórias, com uma letra quase infantil? Belo... Muito belo... Força, revolta, raiva, são palavras que nos explicam esta música, mais uma, sobre a incompreensão do nosso povo quanto a tanta guerra, tanto conflito, tanta morte. Esta música no entanto é directa. Põe perguntas retóricas, ataca preconceitos... Tudo com uma capacidade quase hipnótica de nos prender às arrancadas musicais do talento dos intérpretes... Não seria possível conseguir melhor final... Em qualquer álbum de qualquer outra banda esta música teria nota 10, mas este álbum não é qualquer um de qualquer banda.

9/10

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ravenmoon
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Mensagempor ravenmoon » terça set 05, 2006 12:06 am

Após tt publicidade em redor do disco, temi o pior, mas é um álbum sólido qb. Bastante inferior ao magnífico Brave New World, mas talvez superior ao DOD principalmente a nível de produção, que era o que mais estragava este álbum.

Qt a faixas... "For the Greater Good of God" parece-me de longe a melhor, com excelentes melodias e até letra, pré-refrão brilhante e um refrão tb bastante bom. Brighter Than a Thousand Suns (com a influência Tool no início, contra-tempo e td), The Legacy, Lord of Light, Out of the Shadows são outros bons momentos. Já a The Longest Day é das faixas mais chatas e fraquitas que já gravaram e esperava tb mais da These Colours Don't Run.

Instrumentalmente, os solos estão ligeiramente + interessantes que o habital, embora haja menos das famosas harmonias. Guitarras continuam com pouca pujança, o baixo bem alto na mix, a bateria está razoável. O Bruce continua a cantar como só ele sabe, embora se exceda nos agudos por vezes, cansando um pouco. No todo, ouve-se bem, está nitidamente ambicioso e mais progressivo e quase não tem faixas directas. O layout podia estar mais trabalhado. Mas com Maiden as abébias são sp muitas e a banda sp fez para merecê-las.

geiras
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Mensagempor geiras » terça set 05, 2006 12:08 am

tou a ver que só eu é que reparei e adorei o fantástico riff do lord of light
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DreamerDeceiver [RIP]

Mensagempor DreamerDeceiver [RIP] » sexta set 08, 2006 11:59 am

geiras Escreveu:tou a ver que só eu é que reparei e adorei o fantástico riff do lord of light


Não, por acaso foi das primeiras cenas que eu notei quando ouvi o album. Esse riff está mesmo brutal, fiquei parvo! Parecia que estava a ouvir o "Painkiller" dos Judas Priest, ou qualquer coisa do género. Essa e a "For the Greater Good of God" são as duas melhores. O álbum todo está bastante bom, e muito melhor que os dois anteriores na minha opinião. Não há de faltar gente a queixar-se que queriam outro "Powerslave", mas está mais que visto que a Dama de Ferro se vai concentrar neste novo som mais atmosférico e progressivo, e deixar de lado os galopes dos anos 80. E quem estiver mal, azar. Ouçam o "Number of the Beast" outra vez e calem-se!

Bronze [RIP]

Mensagempor Bronze [RIP] » sábado set 09, 2006 9:41 pm

IRON MAIDEN - A Matter of Life and Death / 2006

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... este disco ganha dimensão, seja nos coros a ser cantados por uma vasta plateia, ou pelos riffs e batalhas de guitarra protagonizados em partes quase iguais por Adrian Smith, Dave Murray ou Janick Gers. [ 9 ]

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kuthulu
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Mensagempor kuthulu » segunda set 11, 2006 10:07 am

Finalmente tive oportunidade para ouvir isto, apesar de já ter o adquirido o CD há algum tempo.

Desta vez acho q os Iron Maiden fizeram algo especial. Há momentos realmente fantásticos, infelizmente outros demasiado previsíveis que o ouvinte já está à espera, tendo em conta a estrutura base das músicas da banda. Acho q é um bom esforço, um álbum acima da média, ainda q não seja comparável a nenhum dos clássicos, mas como já alguém aqui disse: vão ouvir os clássicos se quiserem.

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Sacred-Steel
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Mensagempor Sacred-Steel » segunda set 11, 2006 11:08 am

Na minha modesta opinião A Matter Of Life And Death, é juntamente com o incompreendido The X-Factor o melhor album de Iron Maiden desde o Seventh Son Of A Seventh Son. Pelo que parece o Nicko recuperou a pele antiga da tarola, daí o som clássico da bateria. Notei uma ligeira diferença no baixo, que me fez recordar o som do Killers. O trabalho de guitarras é esplendoroso, e nota-se uma grande mão do Adrian Smith. A voz de Bruce Dickinson continua lá, é certo que já não atinge os níveis do "Air Ride Siren" dos anos 80, mas porra, o homem já tem 50 anos de idade, e sabe bem o que fazer com as suas cordas vocais.
Quanto a temas, These Colours Don't Run, Brighter Than A Thousand Suns, Lord Of Light (sim aquele riff é tipicamente old school, mais NWOBHM do que talvez Judas Priest), e a final The Legacy (sempre acreditei nos dotes do Jannick Gers).
Palavra especial para o tema mais ousado dos Maiden dos últimos tempos: The Reincarnation Of Benjamin Breeg, talvez por isso tenha sido escolhido como single.
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Valleyofpain
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Mensagempor Valleyofpain » segunda set 11, 2006 11:34 pm

Depois de algumas audições...posso dizer que gosto mesmo bastante. É uma banda que sempre segui e que me marcou. Hm...quanto a este A Matter of Life And Death, prefiro-o a um Brave New World ou a um Dance Of Death, acho-o bastante mais superior em termos de composição,produção e esta vertente mais prog agrada-me bastante. Em suma... 26 anos depois foram capazes de inovar e fizeram-no muito bem a meu ver :)
Falsifiquei a assinatura.

zeca w.m [RIP]

Mensagempor zeca w.m [RIP] » terça set 12, 2006 2:21 am

Alguem sabe qual é a mensagem lirica que eles querem transmitir com o nome do album e sobre a musica, Lord Of Light?
Mesmo nice sim, não sabia que os Iron Maiden tinham a sua vertente cristã ou de simplesmente focarem Deus!!! Mas que nice! Vou ler as letras then. É que nunca liguei muito a Maiden mas ja os admirava a nivel instrumental. Tou a ver que eles tão la tambem a nivel de letras.

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Mensagempor Beastlike » terça set 12, 2006 8:08 am

Foram precisos 14 álbuns para reparares nas letras deles? CANÉCO!!!


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