José Cid - "10,000 Anos Depois Entre Vénus e Marte"
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Gilmourish
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- Dawnrider
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Depois de 18 paginas de 10.000 anos esta na hora de criar se calhar um topico para todo o Rock progressivo de 70's Portugues (Petrus castrus, Ananga Ranga, Arte e Oficio, Beatnicks, Xarhanga, Tantra, Perspectiva, etc.)
Se houver aderencia da vossa parte eu posso atirar a 1ª pedra!
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http://www.bloodandironrecords.com
Loja online CDs, Vinil, Merchandise: Heavy/Power Metal, Speed/Thrash Metal, Doom Metal, Death & Punk/HC.
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Dawnrider Escreveu:Depois de 18 paginas de 10.000 anos esta na hora de criar se calhar um topico para todo o Rock progressivo de 70's Portugues (Petrus castrus, Ananga Ranga, Arte e Oficio, Beatnicks, Xarhanga, Tantra, Perspectiva, etc.)
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OrDoS Escreveu:Dawnrider Escreveu:Depois de 18 paginas de 10.000 anos esta na hora de criar se calhar um topico para todo o Rock progressivo de 70's Portugues (Petrus castrus, Ananga Ranga, Arte e Oficio, Beatnicks, Xarhanga, Tantra, Perspectiva, etc.)
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x2..seria interessante, existe muita boa música nessa onda, até me lembrei agora dos roxigénio![]()
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- nazgul
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Reavivo este tópico para dizer que hoje no Musicbox - Lisboa, está a acontecer neste momento o lançamento da biografia do Quarteto 1111 e posteriormente irá realizar-se um concerto inédito com os próprios elementos.
Não será bem a mesma coisa, mas é Rock anos 60, meio psicadélico.
Também só vi a notícia à última da hora.
Quem sabe qualquer dia o Cid une-se ao Galarza e ao Zé Nabo para fazer uma cena do género...
Não será bem a mesma coisa, mas é Rock anos 60, meio psicadélico.
Também só vi a notícia à última da hora.
Quem sabe qualquer dia o Cid une-se ao Galarza e ao Zé Nabo para fazer uma cena do género...
- Rascal
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Malleus Escreveu:Ele vem á Latada a Coimbra este ano, lá estarei para ver e ouvir pela 7º vez...
grande espectáculo sim sr.depois de ter ouvido o album em questao,tava curioso de o ver ao vivo,e digo que apesar de ter tocado uma boa dose de pimbalhadas,gostei da interacção com o pessoal e o guitarrista la tinha a sua qualidade

Não se sintam ofendidos, aproveitem em vez disso para reflectirem acerca do "porquê" de ouvirem determinada música ou comprarem determinado disco (ou qualquer outro produto de consumo que vocês acham artístico porque pertence a qualquer subcultura/género/conceito/ambiente/etc. que não se vende nos meios de comunicação generalistas - como se a FNAC não o fosse).
Já ouvi muitas baboseiras acerca da música portuguesa e acerca do José Cid, mas nunca li tanta asneira compilada num sítio só.
É claro que todos vocês (tal como eu) cresceram a ler jornais e revistas do mais imbecil que exite, a começar no BLITZ e a acabar na LOUD. Este tipo de publicações, são supostamente de música, mas... SURPRISE... não são! São jornais que falam acerca das capas, dos membros e "desmembros", das letras, e do género. Mas claro que para eles o género é detectado pelo timbre, pela temática do grupo e por todo um rol de características... excepto a música. Porque pra saber alguma coisa de música é preciso estudar (e não é pouco). Mas é giro que toda a gente tem sempre uma posta de pescada pra vomitar acerca de música... mas não sobre a música...
Isto pra dizer o quê? Se ignorarem toda a tralha que emprenharam pelos ouvidos e tentarem perceber como era o pop-rock antes dos anos 80, perceberiam que um músico era valorizado pela sua capacidade de tocar vários géneros musicais (ou seja, estar "na moda" ou em cima do acontecimento) e não pela dedicação exclusiva (ou coerência) com um género musical.
Por isso farto-me de rir quando falam dos Genesis e (repetindo o discurso que aprenderam com os jornais e os pseudo-especialistas de musica, ou seja, gajos que têm muitos discos em casa mas não sabem onde fica o DÓ) vomitam a bela frase "Ah, pra mim Genesis é só com o Peter Gabriel". Mas, quando o P. Gabriel saiu dos genesis também foi fazer pop!!! Já ouviram o 1º disco sem o Peter Gabriel (Trick of the Tale, 1995)? Não me parece... Não percebem que foi um momento de mudança, e que se o P.Gabriel ficasse nos Genesis eles iam tocar canções pop na mesma?
Mas para mim o pior nem é isso, mas sim partir do princípio errado de que uma canção pop é à partida de menor qualidade que uma composição de rock progressivo. Já se deram ao trabalho de analisar ritmicamente e harmónicamete os discos "pop" dos genesis (Abacab, Duke, por ex.). Ah... pois... analisar... é preciso estudar...
Por isso é que o "10000 anos" é tido em conta desta maneira, porque é "um disco de rock progressivo", ainda por cima "underground". É um dos momentos exóticos da carreira do Cid. Mas lá está é valorizado pela sua "aura" (conseguida pela raridade, temática, grafismo e os timbres dos mellotrons e dos moogs), e não pelas suas qualidades musicais intrínsecas. Se compararem aquilo com outros discos do mesmo tipo de música (mesmo portugueses) não é nada de especial. Agora... se pegarem nalgumas canções pop do Cid, essas sim, têm alguma coisa de especial dentro do género, mas o aspecto do homem, as letras em português, prevalecem sobre a estrutura da canção (porque atingir isso já é difícil) e desta forma é pimba, piroso, etc.
O facto de compor "o macaco gosta de banana" e o "10000 anos" só mostra que não se importa de "pertencer" a um estilo ou género, mas sim experimentar fazer várias músicas em vários estilos, ou seja, ser apenas um músico (como era comum na geração dele)... isto foi o que o condenou...
Isto está relacionado com o "vender-se"... mas afinal, quem é que, sendo músico, não quer vender a sua musica? Só porque vende muito não quer dizer que é mau, mas dizer isto num forum de metal é um sacrilégio porque o título de "underground" está acima de tudo.
Mas deixem-me que vos diga que ser "underground" significa apenas que a indústria vos vende os Opeth em vez da Madonna...
Por ser o conceito e o ambiente que prevalece, é que artistas como o Rodrigo Leão, a Marisa (e essa nova geração de "fadistas"), os Madredeus e outros que tais são tão tidos em conta, porque por trás daquela "roupagem" tímbrica e visual erudito-popular está uma música de pobreza franciscana (ou pelo menos bem mais simples do que dá a parecer)!
Por isso é que o CID é "mau", porque apenas toca... lá as letras... não quero nem saber! Genesis, Stevie Wonder, Beach Boys, Bee Gees, são todos tido como pirosos e vendidos... só um gajo que não saiba ler duas notas de seguida é que diz uma coisa destas.
E é possível gostar do Stevie Wonder e dos Extreme Noise Terror... não se pode é defender "quintais" como se o género prevalecesse sobre a música...
xiau...
Já ouvi muitas baboseiras acerca da música portuguesa e acerca do José Cid, mas nunca li tanta asneira compilada num sítio só.
É claro que todos vocês (tal como eu) cresceram a ler jornais e revistas do mais imbecil que exite, a começar no BLITZ e a acabar na LOUD. Este tipo de publicações, são supostamente de música, mas... SURPRISE... não são! São jornais que falam acerca das capas, dos membros e "desmembros", das letras, e do género. Mas claro que para eles o género é detectado pelo timbre, pela temática do grupo e por todo um rol de características... excepto a música. Porque pra saber alguma coisa de música é preciso estudar (e não é pouco). Mas é giro que toda a gente tem sempre uma posta de pescada pra vomitar acerca de música... mas não sobre a música...
Isto pra dizer o quê? Se ignorarem toda a tralha que emprenharam pelos ouvidos e tentarem perceber como era o pop-rock antes dos anos 80, perceberiam que um músico era valorizado pela sua capacidade de tocar vários géneros musicais (ou seja, estar "na moda" ou em cima do acontecimento) e não pela dedicação exclusiva (ou coerência) com um género musical.
Por isso farto-me de rir quando falam dos Genesis e (repetindo o discurso que aprenderam com os jornais e os pseudo-especialistas de musica, ou seja, gajos que têm muitos discos em casa mas não sabem onde fica o DÓ) vomitam a bela frase "Ah, pra mim Genesis é só com o Peter Gabriel". Mas, quando o P. Gabriel saiu dos genesis também foi fazer pop!!! Já ouviram o 1º disco sem o Peter Gabriel (Trick of the Tale, 1995)? Não me parece... Não percebem que foi um momento de mudança, e que se o P.Gabriel ficasse nos Genesis eles iam tocar canções pop na mesma?
Mas para mim o pior nem é isso, mas sim partir do princípio errado de que uma canção pop é à partida de menor qualidade que uma composição de rock progressivo. Já se deram ao trabalho de analisar ritmicamente e harmónicamete os discos "pop" dos genesis (Abacab, Duke, por ex.). Ah... pois... analisar... é preciso estudar...
Por isso é que o "10000 anos" é tido em conta desta maneira, porque é "um disco de rock progressivo", ainda por cima "underground". É um dos momentos exóticos da carreira do Cid. Mas lá está é valorizado pela sua "aura" (conseguida pela raridade, temática, grafismo e os timbres dos mellotrons e dos moogs), e não pelas suas qualidades musicais intrínsecas. Se compararem aquilo com outros discos do mesmo tipo de música (mesmo portugueses) não é nada de especial. Agora... se pegarem nalgumas canções pop do Cid, essas sim, têm alguma coisa de especial dentro do género, mas o aspecto do homem, as letras em português, prevalecem sobre a estrutura da canção (porque atingir isso já é difícil) e desta forma é pimba, piroso, etc.
O facto de compor "o macaco gosta de banana" e o "10000 anos" só mostra que não se importa de "pertencer" a um estilo ou género, mas sim experimentar fazer várias músicas em vários estilos, ou seja, ser apenas um músico (como era comum na geração dele)... isto foi o que o condenou...
Isto está relacionado com o "vender-se"... mas afinal, quem é que, sendo músico, não quer vender a sua musica? Só porque vende muito não quer dizer que é mau, mas dizer isto num forum de metal é um sacrilégio porque o título de "underground" está acima de tudo.
Mas deixem-me que vos diga que ser "underground" significa apenas que a indústria vos vende os Opeth em vez da Madonna...
Por ser o conceito e o ambiente que prevalece, é que artistas como o Rodrigo Leão, a Marisa (e essa nova geração de "fadistas"), os Madredeus e outros que tais são tão tidos em conta, porque por trás daquela "roupagem" tímbrica e visual erudito-popular está uma música de pobreza franciscana (ou pelo menos bem mais simples do que dá a parecer)!
Por isso é que o CID é "mau", porque apenas toca... lá as letras... não quero nem saber! Genesis, Stevie Wonder, Beach Boys, Bee Gees, são todos tido como pirosos e vendidos... só um gajo que não saiba ler duas notas de seguida é que diz uma coisa destas.
E é possível gostar do Stevie Wonder e dos Extreme Noise Terror... não se pode é defender "quintais" como se o género prevalecesse sobre a música...
xiau...
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Vooder [RIP 2011/01/03]
Dizes aí umas cenas que são verdade mas outras...
O James Hetfield fez música brilhante e não sabia onde ficava o Dó, isso tudo é muito relativo! O mais importante, julgo eu, é o gosto de cada um, e o sentimento que a música nos dá, o resto vem tudo a seguir, é só para conversar e vender como dizes...
Mas ainda bem que saiste do frasco e que sejas bem vindo ao fórum. Mete este post num tópico novo, de certeza que dará pano para mangas...
Boa noite
O James Hetfield fez música brilhante e não sabia onde ficava o Dó, isso tudo é muito relativo! O mais importante, julgo eu, é o gosto de cada um, e o sentimento que a música nos dá, o resto vem tudo a seguir, é só para conversar e vender como dizes...
Mas ainda bem que saiste do frasco e que sejas bem vindo ao fórum. Mete este post num tópico novo, de certeza que dará pano para mangas...
Boa noite
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Demoniac
- Ultra-Metálico(a)
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mickla Escreveu:Não se sintam ofendidos, aproveitem em vez disso para reflectirem acerca do "porquê" de ouvirem determinada música ou comprarem determinado disco (ou qualquer outro produto de consumo que vocês acham artístico porque pertence a qualquer subcultura/género/conceito/ambiente/etc. que não se vende nos meios de comunicação generalistas - como se a FNAC não o fosse).
Já ouvi muitas baboseiras acerca da música portuguesa e acerca do José Cid, mas nunca li tanta asneira compilada num sítio só.
É claro que todos vocês (tal como eu) cresceram a ler jornais e revistas do mais imbecil que exite, a começar no BLITZ e a acabar na LOUD. Este tipo de publicações, são supostamente de música, mas... SURPRISE... não são! São jornais que falam acerca das capas, dos membros e "desmembros", das letras, e do género. Mas claro que para eles o género é detectado pelo timbre, pela temática do grupo e por todo um rol de características... excepto a música. Porque pra saber alguma coisa de música é preciso estudar (e não é pouco). Mas é giro que toda a gente tem sempre uma posta de pescada pra vomitar acerca de música... mas não sobre a música...
Isto pra dizer o quê? Se ignorarem toda a tralha que emprenharam pelos ouvidos e tentarem perceber como era o pop-rock antes dos anos 80, perceberiam que um músico era valorizado pela sua capacidade de tocar vários géneros musicais (ou seja, estar "na moda" ou em cima do acontecimento) e não pela dedicação exclusiva (ou coerência) com um género musical.
Por isso farto-me de rir quando falam dos Genesis e (repetindo o discurso que aprenderam com os jornais e os pseudo-especialistas de musica, ou seja, gajos que têm muitos discos em casa mas não sabem onde fica o DÓ) vomitam a bela frase "Ah, pra mim Genesis é só com o Peter Gabriel". Mas, quando o P. Gabriel saiu dos genesis também foi fazer pop!!! Já ouviram o 1º disco sem o Peter Gabriel (Trick of the Tale, 1995)? Não me parece... Não percebem que foi um momento de mudança, e que se o P.Gabriel ficasse nos Genesis eles iam tocar canções pop na mesma?
Mas para mim o pior nem é isso, mas sim partir do princípio errado de que uma canção pop é à partida de menor qualidade que uma composição de rock progressivo. Já se deram ao trabalho de analisar ritmicamente e harmónicamete os discos "pop" dos genesis (Abacab, Duke, por ex.). Ah... pois... analisar... é preciso estudar...
Por isso é que o "10000 anos" é tido em conta desta maneira, porque é "um disco de rock progressivo", ainda por cima "underground". É um dos momentos exóticos da carreira do Cid. Mas lá está é valorizado pela sua "aura" (conseguida pela raridade, temática, grafismo e os timbres dos mellotrons e dos moogs), e não pelas suas qualidades musicais intrínsecas. Se compararem aquilo com outros discos do mesmo tipo de música (mesmo portugueses) não é nada de especial. Agora... se pegarem nalgumas canções pop do Cid, essas sim, têm alguma coisa de especial dentro do género, mas o aspecto do homem, as letras em português, prevalecem sobre a estrutura da canção (porque atingir isso já é difícil) e desta forma é pimba, piroso, etc.
O facto de compor "o macaco gosta de banana" e o "10000 anos" só mostra que não se importa de "pertencer" a um estilo ou género, mas sim experimentar fazer várias músicas em vários estilos, ou seja, ser apenas um músico (como era comum na geração dele)... isto foi o que o condenou...
Isto está relacionado com o "vender-se"... mas afinal, quem é que, sendo músico, não quer vender a sua musica? Só porque vende muito não quer dizer que é mau, mas dizer isto num forum de metal é um sacrilégio porque o título de "underground" está acima de tudo.
Mas deixem-me que vos diga que ser "underground" significa apenas que a indústria vos vende os Opeth em vez da Madonna...
Por ser o conceito e o ambiente que prevalece, é que artistas como o Rodrigo Leão, a Marisa (e essa nova geração de "fadistas"), os Madredeus e outros que tais são tão tidos em conta, porque por trás daquela "roupagem" tímbrica e visual erudito-popular está uma música de pobreza franciscana (ou pelo menos bem mais simples do que dá a parecer)!
Por isso é que o CID é "mau", porque apenas toca... lá as letras... não quero nem saber! Genesis, Stevie Wonder, Beach Boys, Bee Gees, são todos tido como pirosos e vendidos... só um gajo que não saiba ler duas notas de seguida é que diz uma coisa destas.
E é possível gostar do Stevie Wonder e dos Extreme Noise Terror... não se pode é defender "quintais" como se o género prevalecesse sobre a música...
xiau...
Se andasses pro aqui hà mais tempo.....terias reparado que nem todos pensam assim. E se fosses menos arrogante(no mau sentido aqui), irias notar que a música que preenche muitos humanos pela terra fora, não é por eles saberem onde é o Dó é pq sentem! E para se sentir, é preciso outro tipo de escola(restrita a determinados morcões...).
Eu apelo à ignorância, eu não sou conhecedor do rock progressivo português antigo, mas sei que caíste num grande erro que foi dizer que uma composição simples pode ser pior que uma mais complexa.....(a não ser que te tenhas explicado mal!).
Quanto a isso do vender-se, até concordo contigo....tirando o aspecto de "quem é musico e não quer vender a sua música..."....acho que a frase correcta "quem é que é musico e não quer espalhar a sua musica(aos que pretende).
Claro que é possivel gostar de ENT e de Stevie Wonder......eu gosto de António Variações e Abruptum.... gost o (muito) das guitarradas de Carlos Paredes e das guitarradas do Nocturno Culto.
Depois cais também no erro de dizer que um musico que toca vários estilos é melhor do que aquele que toca só um! Pá o David Bowie é realmente um génio no que toca a diferentes estilos! Mas está em pé de igualdade com o Steve Harris (Iron Maiden..principal compositor...I believe)......que só sabe fazer musicas de bom Heavy Metal.....e talvez o Bowie nc lhe chegasse aos pés se tentasse.....
Entendes onde eu quero chegar ?
Quanto a isso da qualidade entre a musica, baralhas alguns conceitos (como já referi anteriormente), qualidade não é proporcional à técnica.... epá musica PIMBA não é para qualquer um, só os prós é que a tocam, tem a sua essência.....embora eu abomine! Tem tanta qualidade como Darkthrone.
Normalmente o meu "ódio" a pessoas que estudam música, são aquelas que pensam que o mais complexo e mais dificil de executar é o melhor! Realmente para quem tem ouvido e tal é engraçado ouvir e tal "ai como é que ele consegue"....mas musica não é um desporto! ou um jogo de enigmas "descobre onde eu meto o dedo!". Musica sente-se!
Tu que até pareces uma pessoa com alguma cultura musical, deves conhecer o famoso "movimento perpétuo" de Carlos Paredes, quem me dera a mim algum dia tocar 3 compassos seguidos dessa musica....mas essa musica não seria tão boa, senão fosse aquele guitarra clássica de ritmo....simples mas com um sentimento avassalador e a mistura das duas é o que poderemos ouvir.
Tu falas em baboseiras e gostas de pisar com o teu suposto conhecimento musical(não tens que provar...mas eu sou mto desconfiado em relação a comparação de conhecimentos), mas cais no erro de dar a entender (no minimo) que um gajo que tem fama de ser "bom"(técnica, variadas composições entre estilos blablabl).....só faz coisas complicadas....e quem ouvir a "Verdes Anos" com atenção sabe que o inicio é simples de tocar(ate tens um gajo a tocar isso no youtube...)...agora fazer algo semelhante apartir do nada....já é outra história.
Sff não te refiras aos outros como se fossem panhonhas com frases do estilo "ter que estudar pois pois.....isso já é mais complicado".
Se é um tipo inteligente, deverás compreender que existem diversas formas de inteligência....desde o mecânico da esquina que arranja motores como ninguém, mas chumbou na quarta classe. Como o Médico cirurgião que chumbou no exame de código!
E como eu até provei, tu tb não tens determinada sensibilidade para umas coisas.....e inteligência é a sensibilidade em determinados departamentos...logo se cometes o mesmo erro, não te iludas com o erro que expões dos outros!
Não te estou a tentar ofender, apenas acho que devias ter um pouco mais de noção do quanto parvo e ridículo é vires-te armar em mauzão para um forum "underground" e dizeres que sabes mais que o "mundo" só porque tiveste "uma vida a estudar musica".
Eu até gosto bastante de musica, mas nunca tive aulas, sou um pouco autodidata, não sei escalas de cor...mas já tive provavelmente maior noção de composição e gravação de musicas que muitos que passam 4 anos a tocar musicas "complicadas" dos outros para terçeiros(não que isso tenha algo de mal.....aliás se eu pudesse voltava atrás e punha-me num conservatório....ao menos sempre estaria a fazer algo mais digno que ter que aturar retardados revoltados com a vida(a minha IRA aos Engs do ISEL)).
Mas entende...a música não é uma ciência nem um desporto! Se queres pisar alguém com os teus conhecimentos começa pelo básico que é não tratares a música como um alcançar fisico(técnica here).
Olha eu gosto muito de música clássica....mas tenho o mesmo prazer a ouvir "Pisen Pro Satana" de Root.....que é a composição mais basica da história da musica, dado que só tem 1 riff!
Não é que não tenhas dito verdades no teu post, mas manchaste o pouco de verdade que falas com muita baboseira, como tu próprio dizes.
Ah e bemvindo ao fórum e não deixes de vir aqui pq eu fui "arrogante" afinal de contas eu tb tive que lidar com a tua.
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Demoniac Escreveu:Musica sente-se!
Esta frase resume tudo!!!!!
OT: O José Cid é um gajo com muito talento e muito carisma. Vou tentar arranjar o 10000 anos rapidamente. Dessa obra só conheço 2 músicas e gostei bastante.
Eu só fico parva é com o desconhecimento geral que impera actualmente sobre vários projectos tão interessantes que existiam em Portugal e que não ficam a dever NADA ao que se faz lá por fora.
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