
"...Um disco duplo com 20 temas é uma afirmação de vida inesperada de uma das maiores entidades do melodeath sueco que tem aqui uma performance invejável ao longo de uma hora e vinte de duração, com altos e baixos emotivos, entre o mais contemplativo («Antidotes in Passing»), os laivos folk («The Living Infinite I»), o simples peso bruto de «Let the First Wave Rise» e a melodia típica sueca de «Long Live the Misanthrope», este é um disco que permite aos Soilwork abordar uma serie de soluções sonoras para o grupo que não se limita a recriar a sonoridade que o tornou conhecido. Invés, tenta trazer novas roupagens com riffs ora enérgicos, ora emotivos, progressivismos e força bruta, dinamizando o seu som tanto quanto possível. Se num disco de 40 minutos isto soaria a experimentalismo extremo e derivativo, num álbum de 80 a coisa faz mais sentido, por força da necessidade de tornar a música tão refrescante quanto possível, para que a hercúlea audição seguida dos dois discos se faça com relativa facilidade. O resultado é extremamente positivo, em qualidade e quantidade, «The Living Infinite» possui muitos e bons momentos para que possamos dizer que este é o melhor álbum dos Soilwork desde do «Natural Born Chaos»."
8/10
in http://eventhorizon-space.blogspot.pt/2013/03/soilwork-living-infinite.html