como alguém já disse num tópico sobre umas bandas de Black Metal... "o que interessa é a música"
No seguimento desta frase do Bronze, eu escrevi o que escrevi. Está a vista.
Aonde é que eu quero chegar?
Bem. Eu não me referi de forma explicita ao Black Metal, aliás, se os fans de Black se sentiram atingidos pelo que eu escrevi, então só posso dizer que a definição deles, o conceito que têm de Black Metal é deveras redutor. Ou seja, se eles vislumbram nas minhas palavras uma referência tão obvia ao Black Metal, é porque para eles:
1 - Para ser músico de Black é necessário ter um pseudónimo todo Evil.
2 - Ser da Noruega equivale a ser black metal
3 - Gravar três maquetas é exclusivo de uma banda black metal
4 - Só dois amigos ouvem as maquetes, ser o normal para uma banda de black metal.
Segundo ponto, e aonde eu queria chegar, no seguimento da spalavras do Bronze, que com a sua sapiência (será da idade?) vislumbrou o fundo da questão!
Ou seja, quando se fala em Manowar, nunca se fala da música, só se fala do aspecto deles, do que eles dizem, das histórias da carochinha. Mas música... Custa muito dizer, e houve gente que o disse, que a música é boa.
Já no Black Metal, uma discussão parecida com esta levava os mesmos senhores (que não falaram da música dos Manowar), a dizerem, e citando o Bronze,
.o que interessa é a música
Pois, no caso dos Manowar, o que interessa é a música. Se não se gosta diz-se que não se gosta, não se ataca a imagem, orientação sexual, ou o discurso de forma tão banal, que basta ver o tema do tópico e já sabemos que vamos encontrar mais tretas sobre como os Manowar fazem isto ou aquilo, mas nunca se fala da música deles!
Para que ninguém pense o contrário, eu não sou contra o Black Metal, sou é contra alguns que se dizem fans de black metal, mas cuja preocupação é sempre desrespeitar o que os outros ouvem, catalogar de "gay" tudo o que eles não gostam... e depois ficarem muito ofendidos porque alguém toca na ferida.
E para que fique claro uma coisa, e não fiquem a pensar o contrário, não estou armado em moralizador, porque todos temos por onde pegar.