Quanto ao concerto propriamente dito, consistiu na apresentação do novo álbum, tocado na íntegra, com uma grande componente cénica em palco, que criou uma atmosfera especial durante toda a atuação. Das músicas novas, só tinha ouvido antecipadamente a "Todos os Santos", e na altura até nem fiquei nada impressionado. Ao vivo foi dos temas mais fortes do novo álbum e com uma reação mais calorosa do público. Quanto às restantes, destaco também a In Tremor Dei (com a presença em palco do Paulo Bragança) como outros dos melhores momentos da fase inicial do concerto. No cômputo geral o álbum resulta muito bem ao vivo e, honra seja feita à banda, representa uma direção musical diferente daquela a que estávamos habituados (e não apenas pelo uso exclusivo da língua portuguesa).
Quanto aos temas clássicos, começaram pela Everything Invaded (sempre uma ótima escolha!), Night Eternal, Extinct, Em Nome do Medo (aqui sem a presença do Rui Sidónio, que apenas esteve presente na noite seguinte) e as incontornáveis Alma Mater e Full Moon Madness a fechar uma excelente noite.
