Thyrant - coube a esta banda espanhola, que desconhecia até à data, abrir a noite, pontualmente à hora marcada. Foram 30 minutos de atuação bem passadas, com variedade musical, tendo por base (na minha opinião) o death/doom, passando também pelo melodeath. Foram apenas 3 (longos) temas apresentados do seu álbum de estreia "What We Left Behind" que mostraram uma banda com boa presença em palco e com um estilo perfeitamente adequado para abrir para os headliners da noite.
Process of Guilt - tinha grande expetativa em rever a banda (após a excelente atuação em Beja), ainda mais tendo na bagagem o tão aguardado novo Black Earth após um interregno que já durava há 5 anos. Pois bem, o Black Eath é um álbum tremendo - arrisco a dizer que é o melhor álbum da carreira, o que não é dizer pouco tendo em conta a excelência da discografia - e ao vivo foi simplesmente demolidor. Tocaram todas as músicas do novo álbum, começando com (No) Shelter, Feral Ground e a Servant (esta já a tinham tocado em Beja), e desde logo mostraram que estão (na verdade, continuam, há bastantes anos) em grande forma e, com os anos, ao invés de suavizarem o som, verifica-se o contrário, estão cada vez mais pesados na sua abordagem musical. Após estes temas iniciais, tempo para tocarem dois temas do Faemin, precisamente a Harvest e a Faemin (outro dos grandes momentos da noite!), encerrando o concerto de uma forma avassaladora, primeiro com o monumental tema-título do novo álbum e terminado com a Hoax (simplesmente hipnótica). Excelente noite de uma das grandes bandas nacionais


