Cheguei pouco depois das 20h30m, julgando que a 1ª banda iniciaria às 21h. Sorte a minha, mesmo assim, que apanhei mesmo o início da actuação dos Gwydion.
Gwydion - excelente! Foi a 4ª vez que os vi, e mantiveram a excelente bitola ao vivo (a única excepção foi a prestação no gig de Sabaton, se não me engano, mas teve a ver com problemas de som). Apesar de terem tido o pior som da noite (embora não fosse assim tão mau), estiveram muito bem, com grande interacção com o público. Percorreram os principais temas da discografia com uma energia contagiante, como já é hábito nas suas prestações. 30/35 minutos que passaram sem se dar conta.
Trollfest - pode parecer estranho este comentário, mas é daquelas bandas que não me vai despertar curiosidade para ouvir em casa (não os conhecia antes deste gig) mas que, apesar disso, até acho que resultou bem no contexto. Apesar daquela cacofonia toda e da inclusão do saxofone ser discutível (na minha opinião), acabou por resultar bem e envolver o público com grande entusiasmo.
Korpiklaani - entrada demolidora, com aquela sequência de grandes malhas do Voice of Wilderness. Foi uma setlist muito bem escolhida, que percorreu os grandes clássicos da banda não se tendo focado excessivamente no Ukon Wacka. A partir daí o público estava agarrado por completo, e teve direito a (excelente) solo de violino, às músicas “alcoólicas” (Vodka, Tequila, Beer Beer) e outras também excelentes como Viima, Wooden Pints ou Happy Little Boozer. Excelente concerto de uma banda que, ao vivo, se mostrou demolidora.
Excelentes concertos com óptima organização da Notredame.
P.S: Em Lisboa, prefiro bem mais esta sala que o Santiago Alquimista (e até tem o bónus do estacionamento ser relativamente fácil).