Após um jantar de fast food, dirigi-me ao Pav. Atlântico.
Em termos de segurança à entrada posso dizer que não fui revistado, a segurança e a polícia contratada para o efeito, nem me mandaram parar, o que me fez questionar o porquê de haver gradeamento com polícias.
Há uma semana praticamente tive cerca de 2 minutos a ser revistado, no sábado nem 2 segundos.
Gomo:
Sinceramente não conhecia a banda, mais para a frente reconheci uma das suas músicas, que há uns tempos foi air-play nas rádios e chegou a ser jingle de campanhas publicitárias.
O vocalista era energitico, não parava um segundo e comunicava constantemente com o público.
Ao inicio creio que foram um pouco recebidos friamente pelo público, mas os Gomo foram ganhando terreno em algumas das suas musicas havia muita gente já a dançar.Musicalmente Gomo, anda pelas fronteiras de uns James com alguns tiques de Suede. Dentro do pop rock nacional nem é assim tão mau.
Depeche Mode
A banda por que todos esperavam. O som não estava muito mau, para o sitio que é, apenas em alguns solos de guitarra do Martin Gore, o som saía demasiado alto e ficava um pouco distorcido.
O público correspondia como é obvio nas músicas mais conhecidas, nas outras principlamente as dos albuns mais recentes nem tanto. O ecrã de palco alternava as imagens de palco com videos pré gravados, simples mas eficaz. O Dave Gahan estava com a voz em plena forma,e mostrou ser um animal de palco. Fletcher mais comedido que costume, limitou-se a conduzir a secção ritmica. Martin Gore, mostrou serviço com a a sua voz mostrando que consegue as notas altas sem falhas, principalmente em sister of Night e Home.
De resto a banda esteve bem, e no fim via-se caras satisfeitas., apesar de chuva chata que teimava em não passar.

